[LIVROS]:A MUSA QUE SUCUMBIU (VERSOS PUBLICADOS)

A MUSA QUE SUCUMBIU (VERSOS PUBLICADOS) é um livro publicado em 1989 
por Otto Mohn.
Este livro foi publicado por um "parente" muito distante dos criadores deste blog.
Ele era tio do nosso avô paterno.
Ou seja...Nem pode ser considerado como parente.
Pelo que sabemos,ele era um importante militar da época.
Deve ter nascido em em alguma cidade de GOIÁS,já que nosso avô paterno nasceu lá.
E ele,além de militar...Era escritor.
Ele escreveu muitas outras obras também.
Mas infelizmente,só temos acesso a este livro.
Este livro estava empoeirado a  anos em um canto da casa,até que mês passado,resolvi lê-lo.
E me surpreendi!!!
O livro é muito fácil de ler,já que foi usado uma linguagem simplória.
Nada erudito.
O conteúdo do livro consiste em versos que foram escritos durante viagens que ele fez em alguns lugares do BRASIL e do mundo.
Os versos foram escritos nas cidades de NITERÓI/RJ,RIO DE JANEIRO/RJ,
PÁVANA (ITÁLIA),BRASÍLIA/DF,CAMPO GRANDE/MT (Na época,a cidade de CAMPO GRANDE ainda fazia parte do estado de MT) e CRISTALINA/GO,durante a década de 40
até o final dos anos 80.
Ao todo,52 versos foram coletados para dar vida a este livro.
E eu gostei.
Não é só porque o livro foi escrito por um parente distante...Mas porque é bom mesmo.
Sem qualquer puxa-saquismo.
Como disse anteriormente,é muito fácil de se ler.
Eu também iria recomendar este livro para você ler...Mas como vi que não tem nenhuma informação sobre ele em toda a internet...Só eu,e mais algumas pessoas que temos e teremos acesso a obra...
Então...Fique apenas com essa pequena resenha de uma obra feita por um importante militar da época que tinha um hobby de escritor.


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Comentários

  1. Respostas
    1. Aqui está o primeiro verso do livro:

      Em noites tão lindas de lindo luar,
      Sutil mui ameno é o perfume das flores,
      Relembra o poeta feliz seu passado,
      E chora cantando do peito os amores;

      Se deita na cama vai logo sonhar,
      Mil sonhos tão belos como é o luar,
      A brisa que passa arrebata su'alma,
      Feliz no seu leito não quer acordar,

      Bem branca e formosa,no céu uma estrela
      Cintila e fulgura com raro esplendor;
      Não tem entretanto,a magia daquela

      estrela,que inspira o poeta na dor;
      No sono esse astro por ele desvela,
      e guia seu peito na trilha do amor!

      "Niterói,3 de Fevereiro de 1939".

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